Olá docinhos! Nessa primeira publicação, gostaria de falar um pouco sobre como eu lido com a minha diabetes mellitus tipo 1.

  • Fui diagnosticada com 6 anos de idade, encaminhada diretamente para o IEDE (Instituto Estadual de Diabetes e Endocrinologia) onde faço o acompanhamento desde então.
  • Antes de ser diagnosticada, eu tinha acabado de encerrar o tratamento de quimioterapia, então mesmo sendo criança, o diagnostico teve um impacto negativo na minha vida.
  • Durante minha infância/adolescência eu tive (como todo diabético) encarar os desafios da vida de não poder/ reduzir comer doce.
  • Até que eu cheguei a uma fase de exaustão, de desejar ter morrido do que continuar lidando com essa doença, cansada de toda a disciplina que eu tinha que ter, de todas as furadas e agulhadas diárias, cansada do medo constante de não conseguir me cuidar e ser mais uma vítima dessa doença que causa inúmeras complicações, só queria ser "normal".
  • Hoje, com 19 anos, eu sou conformada, mas ainda não posso desistir do processo de aceitação que é um fator importantíssimo para a minha vida.
Portanto, o principal objetivo da criação desse blog é compartilhar experiências, dicas, receitas e etc com todos os diabéticos de todos os tipos, pais com filhos diabéticos, parentes de diabéticos... para mostrar que não estamos sozinhos nessa, que quando bater a desistência, a gente come um docinho (zero açúcar hein) e seguimos em frente, reconhecendo que temos desafios sim, mas podemos vencê-los e viver bem independente de qualquer coisa.

Comentários

  1. Mim chamo Virgínia tenho uma filha de 6 anos com diabe militus tipo 1,e uma luta quando ele quer comer as coisas que não pode é de partir o coração.

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    1. Olá, Virgínia! Esse é um processo complicado, mas não impossível de realizar, o que você pode fazer no momento é dar chocolate zero açúcar, gelatina zero açúcar, docinho feito com creme de leite e achocolatado zero açúcar... isso incluído numa dieta balanceada, só para ela não se sentir privada de comer docinhos, melhor ainda, conversar com a endocrinologista e sugerir o método de contagem de carboidrato, possibilitando ela comer até doces comuns (mas regulados). Varias dicas e receitinhas que você encontrará aqui em breve

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